Lideres da Igreja Batista do Sul de ascendência coreana, nos Estados Unidos, opõem-se à lei que proíbe a pregação do casamento bíblico na Coreia do Sul. Cristãos assinaram resolução conjunta enviada ao governo do país asiático.

O Conselho das Igrejas Batistas do Sul da Coreia na América aprovou uma resolução se opondo à lei antidiscriminação da Coreia do Sul, que proíbe a pregação do casamento bíblico. O documento desaprovando a medida tomada pelo governo sul coreano foi finalizada neste mês, durante a reunião anual da denominação, no Tennessee. Contudo, a lei ainda não foi aprovada no país asiático.

De acordo com Guiame, na reunião do Conselho, que é formado por 973 igrejas, os líderes concordaram em enviar um comunicado ao governo da Coreia do Sul, apresentando sua discordância com o projeto de lei. Ademais, o grupo já pensava na execução da medida e trabalhava em oração desde o ano passado.

Ainda de acordo com Guiame, é a segunda tentativa do governo da Coreia do Sul de aprovar a legislação. Como pena, a regra gera pagamento de multa no valor de 30 milhões de won (US$25.281,00) e tem o valor arrecadado revertido para ‘correções’. A lei criminaliza a discriminação contra pessoas ou grupos com base em sua orientação sexual, raça, identidade de gênero. Além de idade, deficiência, nacionalidade, opiniões políticas e religião. 

De acordo com a publicação, no ano passado, as Igrejas Cristãs Unidas da Coréia (UCCK), se opuseram à aprovação da legislação. No entanto, a lei, que ainda não foi aprovada, tem sido contestada pelas igrejas cristãs no país há 20 anos. Cristãos argumentam que a homessexualidade viola a crença religiosa. Assim, agenda gayzista avança ao redor do mundo.

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