Por meio de seu advogado, Frederick Wassef, presidente Jair Bolsonaro pediu quebra de sigilo telefônico dos advogados de Adélio Bispo. Tentativa de assassinato aconteceu em 2018 e segue até hoje sem definição de quem são os mandantes do crime.

Advogado do presidente Jair Bolsonaro, Frederick Wassef requereu quebra de sigilo telefônico dos advogados de defesa de Adélio Bispo, mediante petição que pede à justiça para rever decisão pregressa. O crime, cometido em setembro de 2018 durante a campanha eleitoral, está até hoje sem solução. Ou seja, ainda não é sabido quem mandou matar o então deputado federal.

De acordo com Conexão Política, o advogado defende que a investigação aponta para uma série de elementos que expõem ‘circunstâncias atípicas’ em relação a Adélio Bispo. Ainda de acordo com Frederick Wassef, durante levantamentos feitos pela Autoridade Policial Federal, foram colhidas uma série de documentos e depoimentos onde as do ex-filiado ao PSOL e acerca do processo de contratação de sua defesa técnica.

Veja alguns dos pontos lidados pela equipe jurídica do presidente:

  • (1) um renomado escritório de advocacia é contratado para defender investigado de baixa renda;
  • (2) a contratação do escritório não ocorre a título pro bono;
  • (3) a contratação do escritório ocorre sem conhecimento do investigado;
  • (4) a contratação do escritório não ocorre por solicitação do investigado;
  • (5) a contratação do escritório não ocorre por solicitação de familiares ou amigos do investigado.

Pesquisa para 2022 coloca Bolsonaro à frente de Lula em SP

Pesquisa publicada pelo Instituto Paraná esta semana aponta que Jair Bolsonaro segue como principal preferência para o eleitorado paulista. O atual presidente ficaria à frente de Lula da Silva, segundo candidato com maior adesão. Ademais, outros nomes menos corriqueiros, como o do apresentador José Luiz Datena também foram lembrados.

De acordo com o levantamento feito por Paraná Pesquisas, o atual presidente da República teria hoje no estado de São Paulo 34% das intenções de voto. Na sequência estão Lula da Silva (PT) com 29,3%, José Luiz Datena (MDB) com 9%, Ciro Gomes (PDT) com 5,9% e João Doria (PSDB), que teria 5,2%.

Ainda de acordo com o levantamento, há outros nomes -menos comuns para o eleitorado paulista- que aparecem com alguns pontos porcentuais, embora sejam uma margem pequeníssima. São eles Luiz Henrique Mandetta com 1,5% e Simone Tebet com 0,3%.

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