Por: Vinícius Mariano

O diretor da escola estadual Antônio Padilha (Sorocaba – São Paulo) foi afastado na última segunda-feira (4) por impedir uma “aluna transexual”, isto é, um indivíduo que é biologicamente homem mas que se sente mulher, de usar o banheiro feminino. O afastamento ocorreu após protestos de alunos, que chegaram a distribuir panfletos com o logo das organizações extremistas de esquerda USES e ANTIFAS.

O problema começou quando duas alunas assustadas procuraram o diretor da escola para dizer que “havia um menino no banheiro feminino”, que, no caso, era a aluna trans. O diretor, então, pediu para que a pessoa trans usasse um banheiro específico, destinado somente a ela, que se recusou, acusando o de transfobia porque tem nome social, mas não fez a cirurgia de “mudança de sexo”.

Após o ocorrido, o vereador Dylan Dantas (PSC), do Movimento Conservador, foi acionado, visitou a escola e conversou com o diretor, que disse não haver nenhuma recomendação ou diretriz da Secretaria da Educação para lidar com esse tipo de caso. Além disso, os pais dos alunos ficaram chocados com a situação e manifestaram apoio do diretor, mas afirmaram ter medo de expressar suas opiniões publicamente.

Casos de estupro envolvendo “pessoas trans”

O problema do banheiro para transexuais tem causado polêmica e problemas no mundo todo. Em 2021, no condado de Loudoun, na Virgínia (Estados Unidos), uma escola permitiu que uma “aluna trans”, isto é, um indivíduo do sexo masculino que se acha mulher, usasse o banheiro feminino, no entanto, ele abusou sexualmente de uma estudante de 15 anos nas dependências do banheiro. Um caso semelhante também ocorreu no Reino Unido, em que a transexual Karen White, de 52 anos, foi transferida para uma penitenciária feminina, porém, uma vez nas dependências da instituição, abusou sexualmente de diversas presas.