Manifestações contra o governo de Jair Bolsonaro levaram socialistas, comunistas e toda a esquerda para as ruas no último Sábado (19). Agências bancárias, lanchonetes e outros comércios foram depredados, tiveram fachada destruída e foram pichados.

Com a desculpa de manifestarem-se contra o governo de Jair Bolsonaro, socialistas, comunistas e toda a esquerda foram para as ruas de algumas capitais de estados brasileiros e praticaram depredação de patrimônios públicos e privados. Os protestos supostamente cobram a aceleração da vacinação, a proteção dos povos indígenas. Além do combate ao racismo, continuidade e aumento do auxílio emergencial e pediram a valorização da saúde e educação no país. Atos aconteceram no último sábado (19).

De acordo com Notícias Agrícolas, a grande imprensa destacou com muito mais ênfase os atos repletos de vandalismo do último final de semana do que outras manifestações pregressas, como no dia 29 de maio. Ademais, não houve rigor na cobrança do uso de máscaras e distanciamento social. Diferente do que é visto na mídia quando são eventos praticados por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

Ainda de acordo com a publicação, reportagem do Jornal Nacional ocupou mais de 5 minutos do noticiário e os baderneiros que convocaram os atos e provocaram a desordem foram classificados como “movimentos sociais e estudantis” com apoio de “partidos políticos e sindicatos”. Contudo, sem mencionar a destruição causada pelos grupos. Equipes de imprensa chegaram a ser atacadas com fogos de artifício, proibidos em todo o estado de São Paulo.

Deputado Luís Philippe de Orleans e Bragança se manifesta pelo Telegram

O deputado federal Luís Philippe de Orleans e Bragança se manifestou através de seu canal no Telegram sobre os atos de vandalismo praticados no último final de semana. Na publicação aproveitou para destacar proposta de sua autoria que criminaliza invasão, sabotagem e destruição de banco de dados de setores importantes. Por exemplo, meios de comunicação ou de transporte, instalações públicas ou locais onde funcionem serviços públicos essenciais e de autoridades.

Ainda na postagem, ele mencionou que a lanchonete Sujinho foi alvo de pichações, recebendo as frases “Marielle vive” e “chega de extermínio” em sua vidraça enquanto estava em funcionamento. Ademais, lojas e uma agência bancária foram alvos de vandalismo durante o protesto contra Bolsonaro. Ademais, uma loja de carros da Hyundai ganhou uma foice e um martelo em spray vermelho na sua fachada.

A nossa proposta reconhece a importância de movimentos genuinamente pacíficos que prezam e buscar seus direitos, garantias e liberdades constitucionais, mas prioriza o combate ao vandalismo e depredação“, fecha a publicação.

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