Estratégia de logística reversa e despoluição de rios estão entre as iniciativas. Ministério do Meio Ambiente encabeça parcerias com órgãos como a Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre).

A despoluição de rios, a logística reversa de resíduos e a transformação de lixo em energia são os objetivos de três acordos de cooperação assinados nesta segunda-feira (14) entre associações setoriais e o Ministério do Meio Ambiente (MMA). A pasta emitiu uma nota onde explana como o processo acontecerá (veja um trecho abaixo).

De acordo com Agência Brasil, um desses acordos é sobre o monitoramento da qualidade da água e foi assinado com a Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre). O documento prevê a criação de uma plataforma digital para aprimorar a gestão da qualidade da água em todo o Brasil.

A plataforma oferecerá informações consolidadas sobre a qualidade dos efluentes tratados, mais transparência aos usuários e incentivo a melhorias operacionais, além de melhor orientação de ações de fiscalização pelos órgãos ambientais e agências reguladoras, com instrumentos para verificação das metas de desempenho dos serviços de tratamento de efluentes.

Despoluição e acordo de logística reversa de óleo lubrificante

De acordo com Agência Brasil, há um outro acordo que foi assinado tratando da logística reversa de óleo lubrificante. Por meio dele, a expectativa é de que sejam integradas informações setoriais sobre essa logística no Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos.

A partir disso, a ideia é desenvolver um aplicativo online que permita integração com os demais sistemas de logística reversa existentes no país, como eletroeletrônicos, embalagens e medicamentos. No entanto, nesse caso, além do MMA e da Abetre, outra parceira será a Associação Ambiental para Coleta, Gestão e Rerrefino do Oluc – óleo lubrificante usado ou contaminado.

Ademais, há ainda a parceria para elaboração do Atlas de Recuperação Energética de Resíduos Sólidos. Além disso, está prevista a integração de informações setoriais e de infraestrutura sobre recuperação energética. Ainda de acordo com o comunicado, modernização normativa e o desenvolvimento de conteúdos para a qualificação de órgãos ambientais e consórcios públicos também serão contemplados.

Esta ferramenta digital indicará as regiões com maior potencial para investimentos no aproveitamento do lixo como fonte de energia“, explicou o ministério.

Adaptado de: Agência Brasil.

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