Grupo Médicos pela Vida emitiu uma nota de repúdio diante do tratamento recebido pela doutora Nise Yamaguchi em depoimento à CPI da pandemia.

O grupo Médicos pela Vida emitiu uma nota de repúdio em virtude do tratamento recebido pela colega, doutora Nise Yamaguchi, durante depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pandemia. Comportamento desrespeitoso para com membros do governo federal e depoentes que apoiam o tratamento precoce e uso de remédios que atenuam os sintomas da covid-19 se tornou praxe entre os senadores durante as sessões. A nota foi publicada no sítio eletrônico do grupo.

No texto, o grupo destaca a intenção e disposição da médica em tentar contribuir com informações relevantes e enriquecer o debate em torno do vírus da covid-19. No entanto, boicotada e impedida de dar respostas completas na sessão, a doutora parece ter sido vítima de uma ação orquestrada por parte dos senadores. Ademais, a nota chama a atenção para os quarenta anos de serviços prestados por Nise Yamaguche em favor da vida, reconhecidos internacionalmente, mas que passaram despercebidos na CPI.

CPI é cortina de fumaça

Durante a sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, o senador Marcos Rogério (DEM-RO) disse que o que vem acontecendo ali é uma “cortina de fumaça” para proteger prefeitos e governadores. O parlamentar falou que os senadores estão desviando o objetivo da investigação e criando narrativas para proteger possíveis atos de corrupção cometidos por governadores e prefeitos durante a pandemia.

De acordo com Estudos Nacionais, o senador disse que a manobra vem sendo adotada por não haver indícios de corrupção no Governo Federal. Com isso, senadores da oposição estão tratando de fatos irrelevantes para dar a impressão de que há gravidade em atos comuns do Governo. Ademais, Renan Calheiros, relator da CPI, é pai do governador de Alagoas, Renan Filho. Fala do parlamentar foi proferida no âmbito dos depoimentos de Eduardo Pazzuello, ex-ministro da saúde.

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