Nicolás Maduro acusou os Estados Unidos de querer matá-lo. Socialista disse que a CIA, Agência de Inteligência Americana, traçou uma estratégia para assassiná-lo. Contudo, ele não implicou o presidente Joe Biden.

O ditador socialista Nicolás Maduro acusou, no último sábado (03), a Agência de Inteligência Americana do governo dos Estados Unidos (CIA) de elaborar um plano para tirar sua vida. Contudo, para o venezuelano, o presidente do país, joe Biden, não está envolvido. Mas, ele deu a entender que o também esquerdista está por dentro dos planos.

De acordo com Renova Mídia, o socialista fez a acusação sem apresentar provas. No entanto, o ditador mencionou somente que fontes da inteligência bolivariana informaram ao seu gabinete sobre outra operação para acabar com sua vida. Desta vez coordenada pelo Comando Sul dos EUA.

Ainda de acordo com a publicação, as acusações do ditador socialista provocaram uma resposta quase imediata dos EUA. O assessor especial de Joe Biden, Juan González, que também é diretor para o Hemisfério Ocidental do Conselho de Segurança Nacional, respondeu via Twitter.

Negativo. O grande plano é apoiar negociações que resultem em eleições livres e justas.

Diretor da CIA tem reunião marcada em Brasília

O diretor da CIA, William J. Burns, está realizou uma visita oficial ao Brasil na semana passada. Na última sexta-feira (01) ele teve um encontro com o Presidente da República, Jair Bolsonaro, em Brasília. Ademais, na agenda da visita oficial, está encontro com outras autoridades brasileiras e com o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman.

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